Noite após noite minha alma renasce e vai até você
Da sua única dádiva suprema e eterna
A beleza volta
A vontade volta
A vida passa, mas a noite não é escura
Ela tem o brilho, o brilho dos seu olhos
Você me deu tudo isso
Leve minha alma, moça bonita
Leve minha mente,moça bonita
Leve meu corpo quente, moça bonita,
Pra passear num lugar mais tranquilo
Longe do barulho que ecoa em nossas cabeças
Eu construí minhas asas
E vou lhe ajudar a construir as suas
E assim também podemos voar embora.
...Right now, over me! "Existe um lugar, onde eu posso ir, quando me sentir fraco,quando me sentir triste..essa é a minha mente, e não existe tempo quando estou sozinho. Existe um lugar..."
domingo, 23 de fevereiro de 2014
sábado, 18 de janeiro de 2014
Rumo ao encontro das paralelas
A expansão do universo não pode me alcançar.
Falam de morte térmica, não mais transmissão de energia,
A morte de Deus e de toda sua grandiosa obra.
Quando criança, queria ser físico e fui ateu.
Embaralhei-me em uma simples noção animal
De que o homem é carne e seu estágio supremo,
O grandioso espírito de luz, é Nietzsche.
Então, após uma vida cética - oh, niilismo-
Passo por todos os estágios de desconstrução...
O que há além do bem e do mal?
Que resta ao homem dominador e completamente satisfeito?
E depois de conquistar o mundo, o que faltará?
Após olhar para as estrelas e pensar nossa miserável condição humana,
Ver as civilizações que surgiram antes de nós, que foram grandiosas antes de nós
E que antes de nós pereceram...
Abriram-se os meus olhos.
O antropocentrismo e o ateísmo buscam exaltar o homem,
Tentam dissociá-lo de algo divino e aparentemente irracional.
Não percebem que o reduzem a tão pouco.
Levado a crer que sou descendente de símio, evoluído de coacervados
Aquilo resultante de uma batalha disputada entre matéria e anti-matéria
Derivada de uma explosão aleatória, encontro-me em profunda revolta.
Tenho o direito de me sentir ofendido?
Por que não puderam compreender os eruditos, homens da ciência e espíritos-livres?
Não possuíam a sensibilidade de Shakespeare para perceber:
"-Existe muito mais entre o céu e a terra do que sonha nossa vā filosofia."
Vaidosos e orgulhosos, de pelos no rosto, vivem desconfiados
Procurando, pesquisando, buscando pelo sopro da vida.
Perdem o fôlego e não percebem que diminuíram a si mesmos à decomposição da matéria.
Acham que poderão fazer como Brás Cubas?
A I.M.M ainda tomará o tempo de grandes pensadores.
Everett criou meios para se perder a vida - tentando calcular o infinito...
Quantas vezes Planck não pensou num mundo onde seu filho estivesse ainda vivo?
Abriria mão de sua constante ou de sua lei em troca de Erwin?
Vamos deixar que DeWitt pense sobre o assunto.
Trocaria Hawking parte de sua inteligência por um corpo saudável?
Pode se descrever como ateu ou agnóstico, mas sinto seu coração indignado.
Mais questões a se discutir, o fetiche por respostas cresce - ou seria pelas perguntas?
Deixo a cargo dos que sentem prazer na I.M.M.
Desejo que, algum dia, deixem sua pobre condição racional,
Que percebam a humanidade como um todo e verifiquem a vida.
Os universos paralelos propostos pela física encontram-se, somente, no infinito
E a carne nada disso presenciará.
O nosso maior paradoxo está nas linhas destes escritos.
Como podemos ser tão pequenos e tão grandes?
Entendê-lo é abrir os olhos.
Somos pequenos, animais de tecidos, fadados a morte
-e ao reaproveitamento de energia pelo universo.
Por fim, ao percebermos nossa miserabilidade e a aceitarmos,
Tornamo-nos aquilo que sempre fomos, a maior obra do Criador.
Acompanhando esse sentimento vêm, obrigatoriamente o temor, a admiração e a gratidão.
Abrem-se os olhos...
A expansão do universo não pode me alcançar.
Aceitei meu destino, minha origem e meu fim.
Meu fim é prestar ajuda a todos os oprimidos por seu corpo.
Dê-me sua mão, vou desconstruir tudo aquilo feito pelo homem,
Passearemos pelos Pilares da Criação, os maias, todo o universo da mente humana.
Iremos aonde nesta vida não se pode chegar, rumo ao encontro das paralelas.
Falam de morte térmica, não mais transmissão de energia,
A morte de Deus e de toda sua grandiosa obra.
Quando criança, queria ser físico e fui ateu.
Embaralhei-me em uma simples noção animal
De que o homem é carne e seu estágio supremo,
O grandioso espírito de luz, é Nietzsche.
Então, após uma vida cética - oh, niilismo-
Passo por todos os estágios de desconstrução...
O que há além do bem e do mal?
Que resta ao homem dominador e completamente satisfeito?
E depois de conquistar o mundo, o que faltará?
Após olhar para as estrelas e pensar nossa miserável condição humana,
Ver as civilizações que surgiram antes de nós, que foram grandiosas antes de nós
E que antes de nós pereceram...
Abriram-se os meus olhos.
O antropocentrismo e o ateísmo buscam exaltar o homem,
Tentam dissociá-lo de algo divino e aparentemente irracional.
Não percebem que o reduzem a tão pouco.
Levado a crer que sou descendente de símio, evoluído de coacervados
Aquilo resultante de uma batalha disputada entre matéria e anti-matéria
Derivada de uma explosão aleatória, encontro-me em profunda revolta.
Tenho o direito de me sentir ofendido?
Por que não puderam compreender os eruditos, homens da ciência e espíritos-livres?
Não possuíam a sensibilidade de Shakespeare para perceber:
"-Existe muito mais entre o céu e a terra do que sonha nossa vā filosofia."
Vaidosos e orgulhosos, de pelos no rosto, vivem desconfiados
Procurando, pesquisando, buscando pelo sopro da vida.
Perdem o fôlego e não percebem que diminuíram a si mesmos à decomposição da matéria.
Acham que poderão fazer como Brás Cubas?
A I.M.M ainda tomará o tempo de grandes pensadores.
Everett criou meios para se perder a vida - tentando calcular o infinito...
Quantas vezes Planck não pensou num mundo onde seu filho estivesse ainda vivo?
Abriria mão de sua constante ou de sua lei em troca de Erwin?
Vamos deixar que DeWitt pense sobre o assunto.
Trocaria Hawking parte de sua inteligência por um corpo saudável?
Pode se descrever como ateu ou agnóstico, mas sinto seu coração indignado.
Mais questões a se discutir, o fetiche por respostas cresce - ou seria pelas perguntas?
Deixo a cargo dos que sentem prazer na I.M.M.
Desejo que, algum dia, deixem sua pobre condição racional,
Que percebam a humanidade como um todo e verifiquem a vida.
Os universos paralelos propostos pela física encontram-se, somente, no infinito
E a carne nada disso presenciará.
O nosso maior paradoxo está nas linhas destes escritos.
Como podemos ser tão pequenos e tão grandes?
Entendê-lo é abrir os olhos.
Somos pequenos, animais de tecidos, fadados a morte
-e ao reaproveitamento de energia pelo universo.
Por fim, ao percebermos nossa miserabilidade e a aceitarmos,
Tornamo-nos aquilo que sempre fomos, a maior obra do Criador.
Acompanhando esse sentimento vêm, obrigatoriamente o temor, a admiração e a gratidão.
Abrem-se os olhos...
A expansão do universo não pode me alcançar.
Aceitei meu destino, minha origem e meu fim.
Meu fim é prestar ajuda a todos os oprimidos por seu corpo.
Dê-me sua mão, vou desconstruir tudo aquilo feito pelo homem,
Passearemos pelos Pilares da Criação, os maias, todo o universo da mente humana.
Iremos aonde nesta vida não se pode chegar, rumo ao encontro das paralelas.
"Para os crentes, Deus está no princípio de todas as coisas.
Para os cientistas, no final de toda reflexão"
Para os cientistas, no final de toda reflexão"
Max Planck
Fez-me prometer-lhe um poema.
Este não é exatamente sobre você, -
entretanto, é justo admiti-la como musa inspiradora.
Sua presença faz variar meu "campo de ser" e gera em mim erupções.
Mesmo espacialmente distantes, o resultado de nossa fusão inveja ao Sol.
Faltam oito minutos para a manhã, porém, diferentemente de uma estrela,
A luz de seu amor não demora a chegar, logo faz-se presente em mim.
Reconheça o significado amplo do escrito, apesar de não ser sobre você.
Veja a magia que me proporciona.
Dê-me a mão, vamos caminhar juntos às paralelas.
Continue o que tem feito,
Leve-me em direção a Deus.
Fez-me prometer-lhe um poema.
Este não é exatamente sobre você, -
entretanto, é justo admiti-la como musa inspiradora.
Sua presença faz variar meu "campo de ser" e gera em mim erupções.
Mesmo espacialmente distantes, o resultado de nossa fusão inveja ao Sol.
Faltam oito minutos para a manhã, porém, diferentemente de uma estrela,
A luz de seu amor não demora a chegar, logo faz-se presente em mim.
Reconheça o significado amplo do escrito, apesar de não ser sobre você.
Veja a magia que me proporciona.
Dê-me a mão, vamos caminhar juntos às paralelas.
Continue o que tem feito,
Leve-me em direção a Deus.
-Sei que penso, sei que existo, eu me percebo, mas algo não tenho...
O que falta? - O que tenho se não há com quem compartilhar?
-Agora tenho você.
-Agora tenho você.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Kevin
Kevin é um garoto inescrupuloso e sem papas na língua. Ele não se importa de dizer o que pensa, por mais radical, liberal ou inconcebível seja. Seu pensamento é prático, os fins justificam os meios, e quanto mais fácil de chegar a ele for, melhor a saída. O rapaz tem nojo das pessoas, as tem por imundas. Crítico do universo, questiona qualquer coisa pré-estabelecida da maneira que deseja, rude, grosseira, despreocupada, ácida. É apaixonado pela ironia e pelo sarcasmo que beiram a indistinção da realidade. Deforma o mundo a sua volta conforme seus propósitos. Kevin tem um vício por sensações - ou melhor, por causar sensações. É egoísta e arrogante. Para ele, se o mundo passasse menos tempo se uniformizando e vivesse uma competição selvagem por conquista de espaço e manutenção do nicho ecológico de seus povos, certamente seria um lugar melhor e mais justo. Entedia-se com a defesa de seus pensamentos e logo parte para considerações não necessariamente suas, apenas por diversão, visando alimentar seu vício. Kevin é um enigma, boa sorte para compreender esse ser tão distinto. Pediu-me, gritou-me para participar de algum modo de meus projetos e cá está em meu blog. Espero que o leitor saiba diferenciá-lo de mim, ou posso ter alguns problemas. Esse é Kevin, não será um prazer. Em contato com ele, o conhecerão melhor.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Ela não
Todos aparentam muita coisa. Se apresentam ao mundo com tudo o que há de melhor na esperança de forjar uma imagem própria que o agrade. No fundo, desejam satisfazer-se com sua pessoa'. Parecem tanto, e são tão pouco... Ela não. Ela não é como o resto, não parece, não se apresenta, nem se parece... Ela é muito mais que aqueles jovens destemidos. Eles são sempre corretos - como é belo o politicamente correto, é chic, conceitual...uma moda. Esperam ansiosamente por aquela tirinha perfeita para o momento, a que contém as palavras certas, as quais querem cuspir por seus dedos, mas são incapazes. A tira vem, compartilha-se então. As curtidas, os comentários encorajadores... A satisfação dessas pessoas cresce, porém, mal sabe ela que cada um se mostra como o melhor, não há sinceridade. Ela não. Ela não se importa com essas coisas frívolas. Seus três anos de teatro de nada lhe servem, é transparente como o orvalho da manhã. As outras pessoas são opressoras, irredutíveis, imutáveis, insatisfeitas - você cheira à frustração. Ela não. Ela é sensível, mansa, prática, flexível, sincera. Ela é quente. Em seu peito bate um coração forte, impulsionado por uma grande vontade de viver. Em sua cabeça há um cérebro de grande potencial. Em seu corpo existe uma alma delicada como nunca se viu. Eu a vi e logo senti algo quente por dentro de mim. Era eu - saudade de mim mesmo. Um sentimento de conhecimento mútuo, como se fôssemos conhecidos. Um amor pela amizade ainda inexistente me acometeu. Cada proibição foi como um empurrão para perto dela. Finalmente aconteceu. Agora, enquanto os outros passam suas vidas buscando a satisfação própria numa luta tão egoísta que poderia corromper suas personalidades fracas, estamos juntos e nada pode nos atingir. Enquanto esperam por suas tirinhas ou poemas bonitos para que sejam aprovados pelos outros e aprovem-se a si mesmos numa atitude narcisista, apaixonando-se cada vez mais por alguém que não nasceu... Ela não. Ela me escreve em papel reciclável de seu caderno de bolso e me presenteia com suas palavras as quais simples e descaradamente deixam transparecer seu sentimento. Neste momento, escrevo na busca de deixar bem clara a maneira como ela me encanta. Essa garota de olhos sentimentais e passado desconhecido conquistou o rapaz com cicatrizes, insensível e triste só por chegar. O conquistou com cada palavra em seu dialeto próprio e complicado por seus dentes incomuns. O conquistou em cada cochilo - sua baba na mesa refletia a vontade dele. O conquistou com seu jeito meigo. O conquistou porque está sempre disposta a aprender. O conquistou porque sabe esquecer. O conquistou porque o ouviu, temeu e, mesmo assim, o quis para si. O conquistou porque o ama. O conquistou no momento em que o rapaz menos queria contato. E esse garoto se aproximou quando ela já sabia se cuidar e controlar suas questões emocionais. O universo conspirou a favor dos dois... Daquelas segundas e terças para o amor oito vezes por semana. Os outros são perfeitos, politicamente corretos, têm sempre as melhores expressões alheias para se expressar, propagam ideais de igualdade. São, descaradamente, grandes hipócritas. Ela não. Ela é descaradamente... ela. Conquistou-me porque não é coisa alguma além disso, que, para mim, é chic, um conceito e, certamente, não é moda.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Gratidão (Obrigado, Senhora)
Na certeza do amor incondicional de uma mãe é que fiz isso.
Obrigado, senhora.
De tua carne eu vim, então, que dela voltes a mim.
Do leite ao sangue - para alimentar aquele que sente fome.
Dentre todas as maneiras, não outra mais amável e natural, senão essa.
A mãe que dá a vida pelo filho, é normal, mas tu fizestes mais.
A coroa de espinhos te falta no momento em que tomo em nossas mãos
o teu corpo e, involuntariamente, salivo.
Aquele que sente fome e não a supre, morre.
Animalesco e humano são palavras aparente opostas, porém complementares em explicar
os descendentes de Adão e Eva, todos amaldiçoados.
Sou homem e tu és mais, és mãe, és Deus.
Em situação de pobreza tamanha, vejo-me fraco no inverno.
Encaro a face da morte pela desnutrição aguda, entretanto, felizmente,
aparece este anjo, que, sem leite, dá sangue.
Obrigado, senhora, por tua carne alimentar a minha e ver em teu rosto,
a última e maior expressão de amor.
Obrigado, senhora.
De tua carne eu vim, então, que dela voltes a mim.
Do leite ao sangue - para alimentar aquele que sente fome.
Dentre todas as maneiras, não outra mais amável e natural, senão essa.
A mãe que dá a vida pelo filho, é normal, mas tu fizestes mais.
A coroa de espinhos te falta no momento em que tomo em nossas mãos
o teu corpo e, involuntariamente, salivo.
Aquele que sente fome e não a supre, morre.
Animalesco e humano são palavras aparente opostas, porém complementares em explicar
os descendentes de Adão e Eva, todos amaldiçoados.
Sou homem e tu és mais, és mãe, és Deus.
Em situação de pobreza tamanha, vejo-me fraco no inverno.
Encaro a face da morte pela desnutrição aguda, entretanto, felizmente,
aparece este anjo, que, sem leite, dá sangue.
Obrigado, senhora, por tua carne alimentar a minha e ver em teu rosto,
a última e maior expressão de amor.
Confusão Simbolista
Como em águas turvas e frias, uma atmosfera tenebrosa pesa sobre Meus olhos cansados. A realidade se funde ao que se espera dela e forja uns Outros alguéns. Pontos de fusão e Ebulição inconstantes, consoante a carga hormonal que Judia do meu coração e Desconfigura meu cérebro, essa mistura, Impura, essa conjuntura, que atina para o mal, bom, digo, será advérbio ou adjetivo? As vírgulas em seu sentido fazem-se e desfazem-se, sou irresponsável. Metáforas e comparações são pouco complexas para definir a inexplicável ironia dos paradoxos e das antíteses, que se Misturam agora em uma confusão premeditada de figuras com a gradação de sentimentos tão bons que Maltratam todo o Meu corpo. Parágrafos e convenções são desnecessários quando tudo o que se pretende é jogar, misturar sensações e, se antes havia confusão, que haja então medo da vontade de se Perder e não Poder achar... Aquele que morre por conta dessa agitação segue, então, a Ordem Natural da vida. Assim, minha saúde não é naturalmente aceitável, logo desfaleço em um simbolismo infinito de mais dez, mil Corações.
domingo, 10 de março de 2013
Saudade de mim
Olá, velho amigo, bem sabes que já tentei procurar tempo para ti, para mim... para nós. Há muito andei perdido, ainda não sei bem onde estou. Pelas poltronas de ônibus e ruas escuras tentei achar minha sombra dentre outras milhões. Tomei como posse uma de cada vez, testando e abandonando, acumulando e misturando... Em vão, nada foi encontrado, o que queria só me aparecia diante do espelho- ou melhor, pois o que se vê no espelho é o reflexo- diante de uma folha em branco. O único instante em que sei dizer quem sou é quando escrevo, transformo tudo em palavras e em suas curvas enxergo o meu caminho. As linhas funcionam como estradas, porém, não há placas que sinalizem o caminho... Minha letra é feia, torda e escapa dos limites, por vezes é até infantil... Mas é minha, e, por esse motivo tão especial. Este é um ano complicado, terei de tomar decisões difíceis em minha vida, as coisas mudam muito rápido e, na mesma velocidade, as pessoas passam por mim, acenam e se despedem.
Então, depois de ler "branco e livre (para ninguém)" , é isso, apenas... Saudade de mim.
Então, depois de ler "branco e livre (para ninguém)" , é isso, apenas... Saudade de mim.
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